Esta página encontra-se ativa apenas como registo histórico. As unidades de investigação Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL) e Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) uniram-se, em 2015, dando origem ao Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, recentemente classificado como “Excelente” na última avaliação promovida pela FCT e referido como “a instituição de investigação mais importante na área de Astronomia e Ciências do Espaço em Portugal” pelo painel de avaliação internacional.
O CAAUL desenvolve a sua actividade em algumas das áreas de
maior impacto em Astronomia e Astrofísica, com uma forte
componente observacional que envolve importantes tempos de
utilização nos maiores observatórios internacionais (ESO,
Hubble, VLA, entre outros). Apesar de um grande número de
investigadores não ter relações institucionais duráveis
(pois são na sua maioria bolseiros pós-doutorados), o CAAUL
possui uma forte implantação a nível nacional e europeu, com
colaborações com instituições de mais de doze países. É
ainda responsável pela formação de estudantes pré e
pós-graduados (de Licenciatura, de Mestrado e de
Doutoramento), tendo proporcionado o primeiro contacto com a
investigação em Astronomia e Astrofísica a um elevado número
de estudantes.
A unidade possui grande know-how na importante área
de Planetas Extra-Solares
e tem vindo a conseguir avanços fundamentais na descoberta
de novos sistemas e no entendimento da sua formação (papel
da metalicidade, presença de múltiplos planetas, etc).
A
participação em missões da ESA
como Cassini/Huygens e Venus Express é mais um contributo
que demonstra a importância do grupo de Astronomia Planetária.
O estudo
da Formação de Estrelas
utiliza as técnicas de Astronomia de Infravermelho e
Rádio-Astronomia e participa em várias redes europeias como
a RTN/Marie Curie.
Outra
área de grande impacto na Astrofísica actual e cuja expertise
é relevante no CAAUL é a Formação e Evolução das primeiras galáxias.
Recentemente esta unidade foi convidada a participar em
alguns projectos internacionais de grande envergadura, tais
como o telescópio ALMA (Atacama Large Millimetre Array
Telescope).